POR GIL CIPRIANO - GIL ACERVO ESPORTIVO - IMAGENS DA INTERNET
O futebol catarinense conquistou algo inédito em 2014 com o título do Joinville e, consequentemente, o acesso à Série A de 2015, juntamente com Avaí, Vasco da Gama e Ponte Preta. Além disso, já disputavam a elite do futebol brasileiro outros dois clubes tradicionais de Santa Catarina: Figueirense e Chapecoense.
Isso poderia representar uma nova ameaça à hegemonia do eixo Rio–SP, já que o Rio de Janeiro contou, na maior parte da competição, com quatro clubes, enquanto São Paulo, por alguns anos, teve cinco equipes no Campeonato Brasileiro da Série A, atualmente são seis. Poderia ter sido um fato ainda mais épico para o futebol catarinense caso o Criciúma não tivesse sido rebaixado em 2014.
Mesmo assim, jamais podemos deixar de ressaltar a importância da representatividade do futebol catarinense em 2015.
Tudo perfeito? Nem tanto, mas, sem dúvida, foi um momento histórico.
A consistência e o fortalecimento de suas equipes eram fundamentais para incomodar os favoritos da competição. Afinal, o futebol catarinense já havia mostrado sua força: em 1991, o Criciúma superou o Grêmio e conquistou a Copa do Brasil; e o Figueirense, na mesma competição, foi vice-campeão em 2007, perdendo o título para o Fluminense.
Seria 2015 a redenção do futebol catarinense? Infelizmente, isso não ocorreu.
No Brasileirão de 2015, Avaí e Joinville foram rebaixados; em 2016, foi a vez do Figueirense. Iniciava-se, assim, uma fase difícil para o futebol catarinense. E pior: o Joinville não parou por aí, sendo rebaixado em 2016 para a Série C e, em 2018, para a Série D.
Como está o momento das equipes catarinenses nas competições nacionais deste ano?
Isto é assunto para o próximo capítulo.