A solidariedade tomou conta de Fernandópolis e região em prol de Jesuína Célia de Carvalho. A moradora está internada no Hospital de Base de São José do Rio Preto enfrentando um quadro grave de leucemia aguda. Para vencer a doença, Jesuína depende de um transplante de medula óssea, o que motivou familiares e amigos a iniciarem uma grande mobilização nas redes sociais em busca de um doador compatível.
Com relatos emocionantes e fotos da paciente, a família faz um apelo para que as pessoas procurem os hemocentros e se cadastrem no Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME). Segundo os parentes, a esperança atual está no “milagre” de encontrar alguém cuja genética seja compatível com a de Jesuína, o que representaria uma nova chance de vida para ela e para tantos outros que aguardam na fila de transplante.
Para se tornar um doador e ajudar nesta corrente, é necessário ter entre 18 e 35 anos, estar em bom estado de saúde e apresentar um documento com foto em uma unidade de coleta de sangue. No hemocentro, o voluntário retira apenas uma pequena amostra de sangue para realizar o teste de compatibilidade. Esses dados ficam guardados em um banco nacional e internacional e, caso o doador seja compatível com algum paciente, ele é chamado para realizar o procedimento de doação.
A família ressalta que o cadastro é simples, mas o impacto é gigante, já que um único voluntário pode salvar vidas em qualquer lugar do mundo. Enquanto aguardam por boas notícias, os familiares de Jesuína pedem que a população continue divulgando a campanha e procurando os pontos de coleta em Fernandópolis ou nas cidades vizinhas, transformando a angústia da espera em um gesto concreto de amor ao próximo.