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PELO OESTE DOS EUA – PARQUE GRAND TETON – PARTE 5

CAPÍTULO 20: A VIDA SELVAGEM NO PARQUE GRAND TETON


por Canal Dez
22/07/2025 às 16:18 Tupã
PELO OESTE DOS EUA – PARQUE GRAND TETON – PARTE 5

Por Heber Obregon – Tupã-SP

Nesse último capítulo sobre a Parque Grand Teton, um dos motivos que mais vale à pena fazer uma viagem para conhecer esse tipo de lugar: a vida selvagem.
         Assim como no Parque de Yellowstone, a vida selvagem se faz presente também nesse parque podendo te surpreender a qualquer momento, seja com um pequeno animal, seja com um animal de grande porte.
         A fauna do Grand Teton é um ecossistema que abrange 9 milhões de hectares de terra com a natureza quase intocada, sendo que os principais animais que habitam o parque são:
- Mamíferos: 61 espécies no parque que vão desde animais de grande porte (alces, veados, lobos, pumas e ursos), médio porte (castores) e pequeno porte (esquilos e seus “primos” chipmunks, marmotas e ratos almiscarados);
- Aves: mais de 300 espécies dentre elas a icônica águia americana e os cisnes trombeteiros, a maior ave aquática da América do Norte;
- Peixes nativos: o destaque são as 5 espécies diferentes de trutas (o parque é mundialmente conhecido pela excelente pesca desse peixe);
- Outros animais: 4 espécies de répteis (um lagarto e 3 cobras, sendo que nenhuma é venenosa), 5 de anfíbios (3 sapos, uma salamandra e uma rã) e 10.000 de insetos.
         O parque é um refúgio para espécies ameaçadas de extinto como o urso cinzento (um trabalho de conservação nos últimos 40 anos em conjunto com o Parque de Yellowstone, levou o animal de quase extinto a cerca de 800 exemplares) e o lince do Canadá. 
As regras de observação são as mesmas do Parque de Yellowstone: não entrar em contato com os animais, pois você está lá para observar, admirar e tirar fotos, mas não para interagir com os mesmos e interferir no ecossistema, afinal as “visitas” somos nós e os “moradores” eles. A velocidade para transitar dentro do parque é reduzida e todos param para esperar algum animal atravessar a pista, em total respeito aos “moradores” do parque. Por questões de segurança, é necessário manter uma certa distância dos animais: 100 jardas (91 metros) dos ursos e lobos e 25 jardas (23 metros) dos demais animais.
Dessa vez, ao contrário do Parque de Yellowstone, consegui observar um urso, mas ele estava escondido em um arbusto comendo várias frutinhas a beira de uma das estradas, fazendo com que sua presença causasse um verdadeiro engarrafamento no local, de modo que só foi possível observá-lo de longe, a uma distância que não permitiu tirar fotos nítidas.
O parque Gran Teton terminou, mas nossa viagem da série “Pelo Oeste dos EUA” continua: no próximo capítulo começarei a falar da cidade de Jackson, a principal cidade turística do estado de Wyoming e que foi nosso ponto de hospedagem para conhecer o Parque Grand Teton.
Foto 1 – Mal começou o passeio no parque no 1º dia e já avistamos um cervo na área do Rockefeller Memorial Parway.
Foto 2 – Na vista da região do Once Vibrant Community (local onde os primeiros habitantes da religião Mormon se estabeleceram no final do século XIX) capturei um chipmunk que é uma espécie de esquilo.
Foto 3 – Veados da espécie Ponghorn – estão por todo o parque.
Foto 4 – E durante a parada no Inspiration Point a melhor foto de toda a viagem que tirei em relação a fauna: o chipmunk veio dizer olá.


Para conhecer mais e fonte bibliográficas:
Fotos: arquivo pessoal
Heber Obregon – Tupã-SP
Correspondente do Canal 10 Fernandópolis.